Saúde e Ciência

Quem teve zika deve evitar fazer sexo durante quatro semanas, orienta OMS

Pílula do dia seguinte também está sendo usada para evitar maiores consequências.
por Redação do Portal Itnet
19/02/2016 14:09h
Atualizado em 19/02/2016 14:10h

Por Iane Gois

O zika vírus, transmitido da picada do Aedes Aegypti infectado, tem se tornado um grande inimigo da sociedade. Têm sido diversas as especulações acerca da condução da enfermidade de um ser humano para outro. Saliva, urina e relação sexual são apontadas como possíveis formas de transmissão.

A fim de evitar ainda mais a propagação da doença, a orientação por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS) é para que todas as pessoas que estiveram em zonas afetadas pelo surto de zika optem pela abstinência sexual ou usem camisinha por pelo menos quatro semanas. A sugestão foi feita em um guia intitulado "Prevenção da potencial transmissão sexual do zika".

Por já estar considerada uma situação de emergência em saúde pública em âmbito internacional, a advertência para o uso do preservativo, direcionada inicialmente para as gestantes, precisou ser estendida, assim como o uso da pílula do dia seguinte, dada a suspeita de que o vírus estaria ligado aos recorrentes casos de microcefalia em bebês.

Pílula do dia seguinte

"As mulheres que fizeram sexo sem proteção e não querem ficar grávidas deveriam ter acesso a serviços de contracepção de emergência", reforça a entidade.

Surpreendendo muitos católicos fervorosos, o revolucionário representante do catolicismo, papa Francisco, admitiu, na última quinta-feira (18), como possível o uso de métodos contraceptivos por católicas. Segundo ele, "evitar a gravidez não é um mal absoluto", visto que, "em certos casos" a contracepção pode ser um "mal menor".

Fonte: Uol

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