Cidade

3º BPM deverá estar sob novo comando em 15 dias

Se consolidada, alteração aponta instabilidade. Será o terceiro comandante a tomar posse na unidade militar em apenas 1 ano.
por Iane Gois
07/10/2016 07:26h
Atualizado em 07/10/2016 16:37h

Por Iane Gois DRT 1458/SE

Nos bastidores da segurança pública a informação de nova chefia para o batalhão de Itabaiana (SE) já começa a circular e a possibilidade é que o atual comandante, tenente-coronel PM Carlos Rolemberg, volte, em cerca de 10 a 15 dias, a liderar o batalhão de choque, em Aracaju (SE), segundo revelou uma fonte ao portal.

Nomes como o do major PM Brandão, comandante do 6º Batalhão, em Estância, do major PM Vitor Anderson, comandante do BPRp e do major PM Arthur, comandante do Choque, foram cogitados, conforme a fonte, para a sucessão. Entretanto, o nome da vez para o posto é o do tenente-coronel PM Ferraz, atualmente chefe militar do 10º Batalhão, em Nossa Senhora das Dores.

Possibilidades à parte, o fato é que os itabaianenses há muito não vivem essa instabilidade. Caso seja efetivada, a alteração será a terceira em um período de um ano, realidade que leva a análise do que poderia estar dando errado, de uma pressuposição de falta de rédeas, vez que o curto intervalo de tempo talvez não tenha sido suficiente o bastante sequer para conhecimento territorial, sem falar na falta de estrutura e valorização para se trabalhar.

Coincidência ou não, foi justamente em outubro de 2015 a saída do tenente-coronel PM Chaves da referida unidade militar, oficial que mais resistiu às dificuldades locais e esteve à frente da tropa por quase três anos, atualmente ocupando função administrativa na Corregedoria da PM. Na sucessão de Chaves chegou ao município o tenente-coronel PM Hilário, mas o “reinado” não durou mais que 120 dias e então, em fevereiro de 2016, foi atribuída à Rolemberg a missão de manutenção da ordem.

Consultado sobre a possível saída, Rolemberg assegurou ainda não ter conhecimento e, certo de que está desenvolvendo um serviço de eficiência, inclusive trabalhando em parceria com a polícia civil, ele acredita não ter concluído a incumbência, mas entende a modificação como medida normal na corporação e vê como especulação o boato.

A novidade, ainda sem confirmação por parte do Comando Geral, era de conhecimento do jornalismo do portal há algumas semanas, inclusive com a certificação por parte da fonte de que as alterações seriam feitas pouco a pouco após as eleições, a fim de que não houvesse imprevisto no planejamento traçado para a ordem no pleito.

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