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Um adulto e um menor foram identificados pela SSP-SE como suspeitos do homicídio

Adolescente confessou participação, segundo a polícia, afirmando que era para ser apenas um roubo, mas a vítima teria se recusado a entregar o celular.
por Iane Gois
07/11/2016 08:10h
Atualizado em 24/11/2016 07:16h
Igor de Faro foi morto em 25/10 à queima roupa (Foto: reprodução).
Igor de Faro foi morto em 25/10 à queima roupa (Foto: reprodução).

Por Iane Gois

Após ter garantido tratar com prioridade o crime que vitimou fatalmente o jovem jornalista e empresário Igor de Faro Franco, 31 anos, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SE) apresentou, poucos dias após o assassinato, à justiça sergipana a dupla acusada da autoria do delito.

Vinícius de Souza Macedo, 30 anos, e um adolescente de 16 anos que tem a identidade mantida em sigilo em respeito ao que determina a legislação, foram apontados como os suspeitos que aparecem nas imagens do circuito de câmeras de segurança do bar e restaurante Salomé, em Aracaju (SE), onde o jornalista fora surpreendido pela ação em 25 de outubro.

Segundo informações da SSP-SE, a linha de trabalho seguida pelas equipes do Departamento de Repressão a Roubos e Furtos (DEROF) e do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que trabalharam em parceria com a Divisão de Inteligência Policial (DIPOL), levou à identificação do modus operandi da dupla em outros casos ocorridos na área e em horário próximo ao do incidente com Igor.

Ainda segundo a SSP, o menor confessou, espontaneamente, a participação no ato infracional, declaração gravada em vídeo e feita ante a presença da mãe do adolescente infrator, e inclusive a camisa utilizada pelo menor no dia do assassinato foi encontrada na casa dele.

À polícia o depoente revelou que era para ser apenas um roubo, mas diante da negativa do jornalista de entregar o aparelho celular foi desferido o tiro que culminou na morte do jovem empresário.

Com a prisão de Vinícius e a apreensão do adolescente, fica o caso elucidado e, consequentemente, descartada a possibilidade de execução primariamente pensada, principalmente por nada ter sido levado da vítima

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