Política

Maria Mendonça quer detalhamento claro sobre reais aplicações do recurso

"É preciso que tudo seja devidamente esclarecido, já que estamos tratando de dinheiro público, pelo qual se paga juros exorbitantes”, esclarece Maria.
por Iane Gois
08/11/2016 10:02h
Atualizado em 08/11/2016 10:24h
Deputada fazendo uso da palavra na Alese (Foto: reprodução).
Deputada fazendo uso da palavra na Alese (Foto: reprodução).

Por Iane Gois

Fazendo valer o papel de agente fiscalizador das ações do Executivo, a deputada estadual itabaianense Maria Mendonça (PP) apresentou na Assembleia Legislativa (Alese) requerimento no qual solicita informações acerca da aplicação dos recursos do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e do Distrito Federal, Proinveste.

Apoiada pelos pares, que votaram pela aprovação da solicitação de dados aos secretários Valmor Barbosa e Jeferson Passos, infraestrutura e fazenda, respectivamente, a deputada quer um detalhamento claro no tocante aos valores já aplicados em obras concluídas, sendo apresentados tais serviços; discriminação de obras paralisadas e a justificativa da interrupção; saldo atual em conta; cronograma de serviços em andamento e dos que estão com previsão de início, dentre outras especificidades que considera necessárias para a prestação de contas à sociedade.

No tocante aos serviços prestados, Maria enfatiza o fato de a autorização para a tomada de empréstimos ter sido aprovada pelo Parlamento em maio de 2013 e, passados três anos e meio, quase nada do que havia sido prometido à população sergipana foi cumprido, segundo declarou em entrevista ao Jornal da Cidade.

  “Das 30 obras estruturantes previstas no projeto encaminhado pelo governo, quando da aprovação do Proinveste, apenas quatro pequenas foram realizadas.  E as demais?  Qual é a previsão?  E os recursos?  É preciso que tudo seja devidamente esclarecido, já que estamos tratando de dinheiro público, pelo qual se paga juros exorbitantes”, justificou a parlamentar.

Considerando que a população não pode permanecer arcando com o ônus do que ela chama de “desgoverno”, a deputada enfatiza a precisão na celeridade do repasse dos dados à Alese, vez que considera que o Estado está sendo conduzido a uma situação de caos absoluto”.

 “E a população sergipana não pode continuar pagando a conta desse desgoverno que tem levado o Estado a um caos absoluto”, frisou Maria Mendonça.

Fonte: Jornal da Cidade

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