Policial

Gerente do Banco do Brasil é preso acusado de tramar assalto à agência de Pacatuba

Operação 'Ilha Brasil' resultou na prisão de seis pessoas, apreensão de sete armas, além de droga e recuperação de parte do dinheiro subtraído.
por Iane Gois
18/11/2016 12:16h
Atualizado em 18/11/2016 16:44h

Por Iane Gois

Em desdobramento à elucidação do roubo à agência do Banco do Brasil do município sergipano de Pacatuba, agentes do Complexo de Operações Policiais Especiais (COPE) e da Divisão de Inteligência e Planejamento Estratégico deflagraram uma ação que culminou na prisão do gerente da referida instituição financeira.

Intitulada ‘Ilha Brasil’, a operação policial foi desencadeada mediante as investigações que apontaram Rogério de Jesus Santos como suposto envolvido no esquema criminoso ocorrido no último dia 27, quando o vigilante, o gerente e duas clientes foram rendidos por um indivíduo armado que além de subtrair dinheiro do cofre do banco também levou duas armas pertencentes à empresa de vigilância.

De acordo com a Delegada Mayra Evangelista, o comportamento de Rogério foi alvo da atenção dos investigadores desde o princípio, fato que levou a se tornar mira no inquérito. "O gerente quebrou diversos protocolos de segurança do banco, além de se comportar de forma bastante duvidosa durante toda a ação criminosa, nos levando a investigá-lo", disse Mayra.

Sobre a prisão, a divulgação das imagens do circuito de segurança do banco ajudou a polícia na identificação do suposto ladrão, Wesley Alves Valadares, o qual possuía vínculo de amizade com Rogério, fator que reafirmou o planejamento e a facilitação por parte do gerente.

Conforme o trabalho investigativo apontou, além de Wesley outras duas pessoas participaram do delito, ambas ligadas a Rogério. Renan dos Santos Nicolau, sobrinho da esposa de Rogério, Virgílio Correia Dantas Neto, namorado da sobrinha da esposa, e Allisson Muniz Santos seriam os comparsas.

Após a prisão, Virgílio, Renan e Allisson confessaram a autoria do crime tramado pelo gerente que, articulado com a quadrilha, solicitou o abastecimento do cofre da unidade no dia anterior. Rogério nega qualquer participação.

Foram efetuadas também as prisões de Josenilton dos Santos Silva, vulgo Galego, acusado de auxiliar Wesley e flagrado com duas armas, e Jefferson Silva Santos, conhecido como Teco, outro comparsa de Wesley.

Como saldo da operação, segundo a SSP-SE, ficaram a recuperação de parte do dinheiro subtraído do banco, seis prisões, sete armas de fogo apreendidas e uma porção de maconha.

Fonte: SSP-SE

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