Política

Valmir de Francisquinho critica gestão de Jackson e diz que resolveria o problema do Estado em seis meses

"Crise financeira não existe. O que existe é crise moral dos gestores", afirmou o prefeito de Itabaiana em entrevista para o Jornal da Ilha.
por Iane Gois
21/12/2016 10:50h
Atualizado em 21/12/2016 10:51h

O prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PR), afirmou na manhã desta quarta-feira (21), que o Estado de Sergipe não enfrenta “crise financeira, o que existe é crise moral dos políticos”. O prefeito disse ainda que em nenhum momento firmou acordo com outro político, sobre apoio para 2018, a não ser o senador Eduardo Amorim (PSC).

Em entrevista ao programa Jornal da Ilha, Valmir de Francisquinho fez uma retrospectiva de sua administração, explicando que não recebe nenhum tipo de apoio do governo estadual e que as obras no município, são com recursos próprios.

Valmir foi firme ao negar que tenha conversado sobre eleições 2018 com o empresário Albano Franco. O prefeito explicou que “eu encontrei o doutor Albano Franco em uma inauguração em Itabaiana e lá ele me perguntou se eu apoiaria o Ricardo Franco para governador em 2018. Eu respondi a ele que sim, desde que o agrupamento liderado pelo senador Eduardo Amorim apoiasse e Eduardo fosse candidato ao senado”, explicou o prefeito.

Ao falar sobre a crise financeira por que passa o estado, Valmir afirmou que caso fosse o governador, resolveria o problema em seis meses. “Crise financeira não existe. O que existe é crise moral dos gestores. É preciso conter os gastos desnecessários. Você veja bem, o dinheiro do Proinveste sumiu. Se eu fosse o governador eu resolveria esse problema em seis meses”, garantiu Valmir, lamentando que as obras do proinvest estejam paralisadas no município de Itabaiana.

Valmir falou também sobre o excesso, segundo ele, de secretarias e comissionados na administração estadual. O prefeito explicou que uma de suas primeiras atitudes quando assumiu, foi reduzir o número de secretarias e comissionados. Para ele, qualquer compra que será feita por seus secretários, primeiro tem que receber a sua autorização. “Para se comprar, primeiro o secretario encaminha para mim e depois nós analisamos se realmente é necessário ou não”, explicou.

Por Munir Darrage

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