Política

Eleições 2022: Jozailton x NENotícias

Por Jozailton Lima
por Redação do Portal Itnet
14/02/2017 16:42h
Atualizado em 14/02/2017 19:11h

Por Jozailto Lima 

O NEnotícias, portal que agrega uma das melhores audiências da web em Sergipe, de propriedade do radialista e deputado estadual Gilmar Carvalho, tem insistido na tese noticiosa de que o prefeito Edvaldo Nogueira, PC do B, quer se constituir num candidato a governador do Estado em 2022.

Paradoxalmente, a insistência do espaço noticioso não encontra ecos nem no próprio Edvaldo Nogueira. Pelo contrário: o prefeito acha que esse tipo de conjectura é impertinente e lhe atrapalha no presente e no futuro.

“Essas especulações podem ser uma tentativa de criar divisões no nosso grupo, e de tentar desviar as atenções para tema secundário. Sou candidato, sim, mas a governar Aracaju pelos próximos quatro anos. Não penso em 2018. Nem em 2022. Penso e trabalho para reconstruir nossa cidade. Cada dia com sua agonia”, diz Edvaldo Nogueira, com exclusividade ao JLPolítica.

“A respeito dessas especulações sobre meu futuro político eleitoral, quero afirmar que não conversei com ninguém acerca desse tema, pois minha única e exclusiva preocupação são os problemas que temos que enfrentar para reconstruir nossa cidade”, insiste o prefeito.

“Acho muito cedo para discutirmos a eleição de 2018 e o governador Jackson Barreto é o coordenador e líder na condução desse processo. Quanto a 2022, qualquer especulação é verdadeira miragem”, alerta o prefeito.

Edvaldo admite que esse futurismo é um “exercício” no qual ele não entra e pelo qual não se deixa enquadrar. “Tentar fazer previsões do que pode acontecer com cinco anos de antecedência é um exercício com o qual não gasto minhas energias”, diz.

“As minhas energias estão concentradas em administrar Aracaju pelos próximos quatro anos e trabalhar diuturnamente para reconstruir nossa cidade e recuperar a qualidade de vida que perdemos nos últimos quatro anos”, diz.

Na verdade, Edvaldo está mostrando, em menos de dois meses de mandato, um estilo mais arejado. O de ir às comunidades, discutir com elas as intervenções, e o de montar sua equipe sem pressa. “Isso não é pensar no futuro. É agir sobre um presente que o novo tempo nos impõe”, diz ele.

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