Política

Senador Eduardo Amorim emite nota sobre possível lista de investigados no STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou abertura de investigação contra nove ministros do governo federal, três governadores, 29 senadores e 42 deputados federais
por Redação do Portal Itnet
11/04/2017 19:55h
Atualizado em 11/04/2017 20:27h

Em resposta à citação do nome do senador Eduardo Amorim (PSDB/SE) na possível lista de Fachin, ainda não confirmada pelo STF, divulgada no Estadão, o parlamentar esclarece:

“O meu nome foi citado na “Lista de Fachin” junto ao da senadora Maria do Carmo (DEM/SE) e que o então prefeito João Alves (DEM/SE) teria solicitado R$ 600 mil para as duas campanhas em 2014. Gostaria de esclarecer que NÃO AUTORIZEI ninguém a pedir valores para a campanha em meu nome, NUNCA tive qualquer contato e NÃO CONHEÇO os empresários Fernando Luiz Ayres da Cunha Reis e Alexandre José Lopes Barradas – delatores da Lava Jato. NUNCA e em tempo ALGUM pedi nada a Odebrecht e, repito, NÃO AUTORIZEI ninguém a solicitar dinheiro e muito menos tive conhecimento disso. A minha campanha NÃO UTILIZOU recursos de caixa dois. E isso fica comprovado, inclusive, na denúncia divulgada, onde meu nome NÃO aparece como requerente, NEM recebedor destes recursos. Quem solicitou valores aos empresários para uso em caixa dois, que explique e responda pelos seus atos. TODAS as doações da minha campanha foram oficiais, declaradas e encontram-se à disposição no site do TSE. No mais, estou à disposição da Justiça para possíveis esclarecimentos.

Eduardo Amorim
Senador República (PSDB/SE) 

Os pagamentos  para as campanhas de Maria do Carmo ao senado e Eduardo Amorim ao governo, chegaram a R$ 600 mil, de acordo com os delatores. Os repasses foram solicitados pelo então prefeito de Aracaju e marido de Maria do Carmo, João Alves.

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