Política

Países que rejeitam seus líderes

A fase não é boa para presidentes e primeiros-ministros de países em todo o mundo
por Redação do Portal Itnet
25/08/2017 21:31h

Editorial, por Júnior Carvalho.

Não é só no Brasil que o Presidente da República passa longe das núpcias com a população. Nos Estados Unidos, principal potência mundial, o cenário também é de uma revolta, um pouco mais amena que aqui no Brasil. Mesmo sendo a menor aceitação da história americana, de 35%, Trump é sete vezes melhor aceito que Temer, que amarga o índice de apenas 5% de aceitação da população, segundo o IBOPE.

Outros líderes mundiais, incompreendidos ou não, também passam pelos mesmos apertos, como é o caso do venezuelano Nicolás Maduro, que tem apenas 20% de aprovação e do presidente da África do Sul, cuja população (aproximadamente 70%) pede por sua renúncia. Os Primeiro-Ministro da Malásia, Najib Razak também resiste à rejeição popular. Assumiu o cargo no ano de 2009 e mantém-se no poder até hoje por ter o comando do partido que domina a política local há quase 6 seis décadas.

A crise política não é algo que se restringe às fronteiras brasileiras. Em todo mundo o tema é debatido e a corrupção tem sido “parceira” de muitos governos. Os brasileiros no próximo ano terão mais uma oportunidade de renovar maioria dos cargos eletivos do país, coisa que não acontece de forma tão democrática em outras nações. A democracia do Brasil hoje é consolidada e as regras contidas na Constituição de 1988 vem sendo exercidas e aprimoradas de forma democrática. Talvez o problema do Brasil e de outras nações não esteja dentro dos mandatos e sim em quem os escolhe e os critérios que utilizam.

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