Policial

Assassinato do Capitão Oliveira, do pelotão da Caatinga continua sendo destaque em Sergipe

O PM foi brutalmente assassinado com cerca de 30 disparos de arma de fogo.
por Redação do Portal Itnet
05/04/2018 09:46h
Atualizado em 05/04/2018 09:49h

O assassinato do Capitão do pelotão da Caatinga da Polícia Militar de Sergipe, Manoel Oliveira, que aconteceu na noite de ontem, 04, em Porto da Folha continua sendo destaque em Sergipe. O carro que o PM estava foi metralhado e ele foi brutalmente assassinado com cerca de 30 disparos de arma de fogo.

De acordo com os levantamentos iniciais, os autores do crime estavam em dois veículos Corolla. Eles ainda atearam fogo em um dos veículos para dificultar o trabalho da Polícia. 

O Governador do Estado Jackson Barreto emitiu a seguinte nota:

“Soube do assassinato do capitão PM Manoel Oliveira, comandante da Companhia Especializada em Operações Policiais em Área de Caatinga (Ceopac), considerado um dos melhores policiais militares do nosso estado. Um guerreiro no combate ao crime.

A tristeza não me impediu de determinar, imediatamente, à Secretaria de Segurança Pública, que as providências no sentido de investigar e esclarecer o crime e, se possível, capturar no menor espaço de tempo possível esses criminosos. Confio nas nossas polícias e sei que são as mais competentes do Brasil.

O capitão Oliveira sempre foi um homem que realizava muito bem o seu papel de proteger a população. Que Deus conforte o coração dos seus familiares e inúmeros amigos neste momento de dor”.

O Ministério Público de Sergipe também lamentou a morte e emitiu nota de pesar, assim como diversas autoridades. Ainda ontem as investigações, comandadas pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) e pela Divisão de Inteligência Policial (Dipol) tiveram início. Detalhes não serão fornecidos, mas, segundo a SSP há a hipótese de crime de execução.

O Sertão está em luto! A morte brutal do policial bastante atuante deixa toda a sociedade sergipana entristecida e amedrontada, ao mesmo tempo em que se espera que a Justiça seja feita. Ontem foi ele, hoje pode ser outro cidadão de bem...

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