Os dados apontam para a necessidade de que esses profissionais também sejam incluídos nas estratégias de vacinação.

Antes mesmo de ser declarada uma pandemia, os profissionais do ramo da comunicação precisaram se adequar as condições impostas pela situação. 

Por se tratar de uma doença desconhecida que culminou na declaração de pandemia mundial, novas informações são divulgadas a todo momento, atualizações constantes se fazem necessárias, tornando essa população também um grupo de risco para contagio pela COVID-19.

O estudo foi realizado pelos pesquisadores Paulo Ricardo Martins-Filho, Danilo Nobre da Silva, Danillo Menezes dos Santos , Márcia Santos Rezende , Jéssica Paloma Rosa Silva, Josafá Bonifácio da Silva Neto, Dulce Marta Schimieguel , Lucindo José Quintans-Júnior, Jullyana de Souza Siqueira Quintans, Paula Santos Nunes e Adriano Antunes de Sousa Araújo no período de 1º à 20 de dezembro de 2020, considerado o início da segunda onda do COVID-19 no Estado, e é fruto do projeto EpiSERGIPE que conta com o apoio financeiro da Secretária de Estado da Saúde, da Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe e da Universidade Federal de Sergipe.

Pelo que se sabe até o momento, nenhum estudo teria sido realizado com essa abordagem, os resultados apontaram uma alta infecção pela COVID-19 em trabalhadores de rádio e TV.

Um fato que chamou bastante atenção, foi que os profissionais mais acometidos foram aqueles que desempenham funções nas equipes de produção e operação. Esses dados apontam também para a necessidade de que esses profissionais também sejam incluídos nas estratégias de vacina da COVID-19.

*Essa matéria foi desenvolvida por integrantes do Programa de Pós-graduação em Ciências Aplicadas à Saúde da UFS de Lagarto, que semanalmente trará matérias sobre assuntos de interesse da população, aqui no Portal Itnet