O crime foi registrado num bar às margens da Rodovia dos Náufragos, em Aracaju, no dia 08 de outubro de 2018.

Aconteceu na última quarta-feira, 03, em Aracaju, o julgamento, através de júri popular, dos três envolvidos na morte do jovem itabaianense Danilo Brito Mota, ocorrida em outubro de 2018, na capital sergipana. O trio foi condenado.

Os três envolvidos já estavam presos e são o mandante, executor e piloto do veículo utilizado à prática criminosa. O mandante foi o Ian Gustavo Andrade de França, condenado a 16 anos, sete meses e 15 dias, em regime inicial fechado.

O executor que atirou e tirou a vida de Danilo foi o Leonardo Melo Andrade, primo de Ian. Ele foi condenado a 12 anos, em regime inicial também fechado.

Jadson Nascimento dos Santos Junior, o responsável por conduzir o veículo recebeu a pena de 16 anos de prisão, também em regime fechado. Os três já estavam presos.

Os familiares de Danilo informaram à nossa equipe que não estão satisfeitos com o resultado do julgamento e que querem a pena máxima para os envolvidos, por conta disso irão recorrer.

De acordo com as investigações, que foram conduzidas pela 1ª Delegacia Metropolitana, Ian disse que planejou a morte de Danilo por conta de uma desavença que os dois tinham. Já Leonardo e Jadson não conheciam a vítima e participaram da ação a mando dele.

O CASO:

Danilo, que tinha 23 anos estava com amigos num bar às margens da Praia da Aruana, quando foi atingido por tiros nas costas. Ele morreu no local e o autor dos mais de dez tiros fugiu.

O crime ocorreu no dia 08 de outubro de 2018, um dia após o primeiro turno das eleições. O pai de Danilo é primo da deputada estadual Maria Mendonça, e no momento do crime ocorria uma comemoração em Itabaiana, pela vitória dela, que foi interrompida com a notícia trágica.