Suspeito de participar do latrocínio ocorrido em lava jato é preso

De acordo com a Polícia Civil, durante o depoimento, o homem confessou que participou do crime.

Na última quarta-feira, 15, policiais civis do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) prenderam José Cleiton Conceição da Silva, suspeito de ser um dos autores do latrocínio ocorrido num lava jato em Nossa Senhora do Socorro, no mês de novembro, que vitimou o proprietário do estabelecimento, José Marcos Menezes dos Anjos.

José Cleiton, conhecido como “Cleitinho” foi preso também em Socorro, no Conjunto Albano Franco e segundo a PC, confessou o seu envolvimento no crime.

A sua prisão foi possível graças a divulgação das fotos dos três, na semana passada. Além de Cleiton são suspeitos de envolvimento no crime, Evaldo Gonçalves Lima, o “Galego”; e José Juliano Silva Soares, o “Chuck”.

“A partir da divulgação da identidade dos suspeitos, a Polícia Civil recebeu diversas informações via Disque-denúncia (181) que resultaram na prisão de José Cleiton. Ele foi ouvido, interrogado e confessou a autoria do crime. Então, podemos dizer que existem indícios suficientes da participação dele no crime de latrocínio. Os demais envolvidos seguem sendo procurados pela polícia”, informou a delegada Tereza Simony.

O CRIME:

José Marcos Menezes dos Anjos foi assassinado durante um assalto registrado num lava jato em Nossa Senhora do Socorro. Ele teria reagido quando meliantes abordaram o seu filho, para roubá-lo.

O lava jato onde ocorreu o crime é da família da vítima e os homens queriam levar uma motocicleta que estava no local para ser lavada.

Foi justamente neste momento, ao ver seu filho, que trabalha no lava jato ser abordado que José Marcos teria tentado intervir e foi atingido por tiros disparados pelos meliantes.

José Marcos foi sepultado em Maruim, sua cidade natal.

A Polícia Civil continua à procura dos outros dois suspeitos. Quem tiver alguma informação que possa ajudar o trabalho policial deve entrar em contato com a PC, através do 181. O sigilo de quem denuncia é garantido.