Como se elimina a interferência política e o “jeitinho brasileiro” dentro de um hospital público?

O superintendente do Huse conta como fazer uma gestão bem feita, humanizada e neutralizada.

É possível gerir um hospital público sem interferência política e o famoso “jeitinho brasileiro”?

Sim, é possível, basta entender que a neutralidade e o compromisso com a saúde pública são fundamentais, e principalmente, que todos os que buscam o serviço público merecem atenção e acolhimento.

O superintendente do Hospital de Urgências Gov. João Alves Filho (Huse), Dr. Walter Pinheiro, que está no comando do hospital desde 2020 e ganhou destaque pela sua maneira de gerir a unidade foi o entrevistado de Luiz Carlos Focca, no Itnet Notícias da última terça-feira, e contou como fazer uma gestão bem feita, humanizada e neutralizada.

“A grande maioria das demandas são auto resolutivas, porque todos os processos que envolvem um hospital foram feitos para darem certo e por isso não há necessidade de nenhum tipo de jeitinho”, disse o superintendente, que já trabalhava como médico do Huse, antes de comandá-lo.

Confira um trecho da entrevista abaixo e para conferi-la na íntegra acesse este link.