Seis investigados pela Polícia Civil de Sergipe por extorsão e estelionato são presos no Rio Grande do Sul

A prisão ocorreu em ação conjunta entre as polícias dos dois estados. Foram presos três mulheres e três homens.

Equipes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), da Divisão de Inteligência (Dipol) e do Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil do Rio Grande do Sul cumpriram seis mandados de prisão nas cidades de Canoas, Cachoeirinha e Charqueadas (RS).

Os investigados são integrantes de um grupo criminoso que cometia delitos de extorsão e estelionato, inclusive com a utilização da imagem de policiais civis gaúchos. A ação policial ocorreu nessa quarta-feira, 27.

Os suspeitos foram identificados como Bianca Domingues Padilha, 25; Letielle Rodrigues da Silva, 28; Michele dos Santos Domingues, 42; Willian Mattos Silveira, 28; Marcelo Lopes da Rosa, 32; e Tiago Fontoura Machado, 32.

De acordo com as investigações, foi verificado que o grupo fez diversas vítimas em outros estados da federação e estas informações serão repassadas às respectivas polícias civis responsáveis pelas apurações.

Conforme as informações policiais, três dos seis investigados já se encontravam presos no sistema prisional do Rio Grande do Sul e foi dado cumprimento aos mandados de prisão contra eles no âmbito dessa ação policial. As mulheres presas na operação serão encaminhadas para Sergipe.

Segundo a apuração, os investigados mandavam a foto de uma mulher nua e começavam um diálogo, pedindo foto da vítima.

Quando a vítima encaminhava o material, os suspeitos entravam novamente em contato se passando por delegado do Rio Grande do Sul e pediam dinheiro para não colocar uma suposta investigação em andamento.

No âmbito dessa investigação, o grupo criminoso chegou a movimentar – em um único mês – a quantia de R$ 240 mil, valores que foram depositados em diversas contas bancárias dos suspeitos que acabaram presos nessa quarta-feira.

Além das prisões, foram apreendidos celulares, R$ 7 mil, dentre outros documentos que serão analisados e poderão corroborar com as apurações dos crimes investigados.

Fonte e foto: SSP/SE