PLANO B: Valmir deve indicar seu filho Ícaro para federal e o vereador Marcos Oliveira, para estadual

E para o Governo, qual deverá ser o plano B, após a decisão do TSE?

Após a condenação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por 4 votos a 3, Valmir de Francisquinho deverá pensar e executar um plano B, às eleições deste ano, visto que conforme a decisão do Superior, tanto ele, como seu filho Talysson Costa (que disputaria uma vaga na Câmara Federal) estão inelegíveis até 2026.

Qual será esse plano? Nos bastidores da política se comenta a possibilidade de que Valmir deve indicar o seu filho Ícaro Costa, para deputado federal e o vereador itabaianense Marcos Oliveira, para estadual.

Mas e para o Governo, cargo que Valmir lançou a pré-candidatura e sempre o primeiro nas pesquisas de intenções de votos, qual será o plano B?

Nos bastidores, a possibilidade mais comentada é o nome de Emília Corrêa para o Governo, visto que ela era bastante citada para compor a chapa majoritária com Valmir.

Será que Valmir irá apoiar alguém ou vai optar por disputar, mesmo inelegível, sob Júdice, podendo, caso eleito, não assumir?

Valmir ainda não se pronunciou mas isso ele deve fazer em breve e esclarecer todas essas dúvidas.

Valmir de Francisquinho e seu filho Talysson Costa, ambos do PL foram condenados, por 4 votos a 3, nas acusações de abuso de poder político e econômico e uso da máquina administrativa.

O TSE seguiu a decisão do TRE e os dois foram condenados. O relator foi o ministro Sérgio Banhos, que deu voto favorável à condenação dos dois e foi seguido pelos seguintes ministros: Nunes Marques, Mauro Campbell e Edson Fachin.

Votaram pela absolvição: Carlos Horbach, Alexandre de Moraes e Benedito Gonçalves.