Sérgio Gama, vice de Rogério tem pedido de prisão temporária na Bahia e diz ser vítima de perseguição política

Ele é acusado de ameaça, dano qualificado, crimes do sistema nacional de armas, e associação criminosa.

Na última sexta-feira, 05, a Justiça da Bahia pediu a prisão temporária de Sérgio Gama (MDB), vice na chapa que tem Rogério Carvalho (PT), como candidato ao Governo de Sergipe e mais seis pessoas. O grupo é acusado de ameaça, dano qualificado, crimes do sistema nacional de armas e associação criminosa.

O pedido em questão envolve uma situação com trabalhadores rurais no município de Itapicuru (BA), que alegaram que foram vítimas de atos de violência praticados por diversos acusados, dentre eles, o próprio Sérgio, com a intenção de retirá-los da área ocupada, onde eles estavam. Essas terras supostamente pertenciam a um empresa chamada Cal Trevo.

Posteriormente, parte das terras foi comprada por Sérgio Gama, bem como por outros homens acusados neste caso, que segundo os trabalhadores foram vistos no local, com armas, ameaçando-os.

Após o assunto circular na imprensa sergipana, Sérgio Gama, por meio de sua assessoria jurídica informou em nota que foi surpreendido com a notícia e que o pedido de prisão na Bahia envolve perseguição política e apresenta arbitrariedade, visto que ele sequer foi convocado para quaisquer esclarecimentos.

A nota da assessoria jurídica diz que o empresário comprou as terras no interior da Bahia, no município de Itapicuru, de propriedade da Cal Trevo, com toda a documentação legalizada.

“Lamentamos que “coincidentemente” estes fatos são apresentados durante o pleito eleitoral. Abrindo precedente de que esta ação na justiça tenha finalidade política de prejudicar a reputação do respeitado empresário”, diz a nota.

CONFIRA:

Em relação aos fatos veiculados na imprensa de que o candidato Sérgio Gama estaria sendo acusado de ameaçar posseiros com mandado de prisão expedido, a assessoria de jurídica esclarece que

  • o candidato jamais teve qualquer envolvimento em atos ilícitos;
  • (ii) que adquiriu em 2021 em sociedade uma área no município de Itapicuru de propriedade da CalTrevo, gerando mais de 30 empregos;
  • (iii) que as acusações são mentirosas e desprovidas de qualquer prova;
  • (iv) coincidentemente esses fatos são apresentados durante o pleito eleitoral dentro de um procedimento que o acusado sequer foi ouvido, o que atesta o uso de informações falsas com o único intuito de manchar a sua honra e imagem. Reforçamos que tomaremos as medidas jurídicas cabíveis cíveis e criminais.