Opinião

Eleição federal poderá decidir alianças estaduais nas candidaturas a governo em 2014

João com Aécio, Jackson com Dilma, Valadares com Eduardo Campus, e Amorim com duas opções.
por Redação do Portal Itnet
29/01/2014 11:01h

A eleição de Governo de Sergipe está muito atrelada à eleição para Presidente da República, com três fortes candidatos a corrida presidencial e o cenário nos estados mudou completamente.  Veja como pode ficar em Sergipe. 

Em nosso estado um apoio já está confirmado, Jackson Barreto, atual governador do estado, que assumiu o mandato após a morte de Marcelo Déda, apoiará Dilma Rousseff na reeleição de 2014.  O PT nacional não aceita coligação com o DEM, o que dificultaria o acordo com João Alves dentro da chapa. 

Com isso a oposição deverá definir sua estratégia nos estados, uma delas é formar frentes de lideranças, em Sergipe Aécio Neves (PSDB) deverá fechar com o PSDB de Sergipe que tem o vice-prefeito José Carlos Machado a frente do Partido. O PSDB com certeza sairá fechado com o que ainda restou do DEM no Brasil para alavancar o palanque, e não abrirá mão de ter um prefeito da capital no currículo.  Aécio tem bom relacionamento com o grupo dos Amorins, os mesmos trouxeram o tucano nas eleições de 2012 para o palanque do estado, e pode repetir a dosagem em 2014, caso haja uma união João (DEM) e Amorim(PSC). 

Valadares (PSB) já está demarcando no terreno, sugeriu a entrega dos cargos ao Governo porque o PSB terá candidato forte ao palácio do planalto. Eduardo Campos deve ter ordenado aos membros fiéis que determinassem de que lado estariam em 2014, e o senador já tratou de começar a criar seu próprio palanque, tarefa difícil, mas manda quem pode, obedece quem tem juízo.  Para ficar perfeito Valadares sonha com uma candidatura de João Alves, e um apoio do mesmo a Eduardo Campus, o que também fica difícil já que o vice prefeito é do PSDB. 

Amorim tem a posição mais confortável nessa história, Jackson fechado com Dilma, sobraram  duas possibilidades, entre elas,  o apoio concreto ao DEM  e PSDB, e o tão sonhado acordo com João Alves em 2014, tendo Maria do Carmo como Senadora e duas chapas para Deputado Federal, uma encabeçada por Mendonça e Machado e a outra pelo agrupamento dos Amorins. Ainda podendo Mendonça sair como suplente de Maria do Carmo e assumir caso necessário, para tratamento de saúde. 

Se isso não funcionar e João por alguma opção sair candidato, o Senador Eduardo Amorim ainda tem a opção de formar uma chapa com Valadares e oferecer um palanque para Eduardo Campos no estado, fortalecendo sua chapa e mantendo-se forte na campanha estadual.

Sem dúvida o cenário do Brasil com três candidatos a presidente da República saindo para uma campanha mudará a realidade estadual de muitos municípios. 

Por Jamyson Machado. 

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