Saúde e Ciência

96 médicos cubanos devem deixar Sergipe após fim da parceria do Mais Médicos. Secretaria de Saúde emite nota

No total, em nosso estado, o Mais Médicos conta com 170 profissionais, a maioria era natural de Cuba.
por Redação do Portal Itnet
17/11/2018 14:23h

Com o fim da parceria de Cuba com o programa Mais Médicos, criado pelo Governo Federal, na gestão de Dilma Roussef, em 2013, o estado de Sergipe deve perder 96 destes profissionais.

No total, em nosso estado, o Mais Médicos conta com 170 profissionais, sendo 96 cubanos. A maioria atua em unidades de clínicas de saúde da família, prestando atendimentos à população de 35 municípios sergipanos.

A Secretaria de Estado da Educação (SES) emitiu uma nota sobre o fim da parceria. Leia na íntegra:

“A Secretaria de Estado da Saúde (SES), através da Diretoria de Atenção Integral à Saúde, vem acompanhando os desdobramentos da situação do Programa Mais Médicos aqui no Estado, tendo como foco as manifestações oficiais do Ministério da Saúde (MS), responsável pelo programa, em parceria com o Governo de Cuba, através da Organização Pan Americana de Saúde (Opas).

Diante da importância do programa para o Estado, a SES tem mantido suas equipes de gestores da Atenção à Saúde, em especial da Coordenação Estadual de Atenção Primária à Saúde, em constante alerta para dar o apoio necessário aos gestores municipais.

O programa Mais Médicos ocupa quase 30% das Equipes de Saúde da Família mantida nos municípios sergipanos, entre médicos brasileiros e cubanos.
Incorporados ao Programa Saúde da Família (PSF), os médicos cubanos estão em 35 municípios sergipanos, atuando nas áreas urbana e rural.

Em Sergipe, o programa conta com 170 profissionais, sendo 96 cubanos, 42 brasileiros, 31 brasileiros formados no exterior e uma portuguesa. Os médicos cubanos respondem por 56,4% do total do Mais Médico no Estado.

A secretaria de Saúde se preocupa, especialmente, com a situação de milhares de sergipanos e sergipanas que dependem exclusivamente do atendimento à saúde nas unidades básicas e torce para que medidas sejam rapidamente tomadas afim de garantir a assistência à população”.

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