Educação

Confira as notas atribuídas pelo Sintese aos 74 gestores municipais e ao governo do estado

Apenas dezessete municípios obtiveram nota maior que 5,0
por Redação do Portal Itnet
27/12/2018 15:08h
Atualizado em 27/12/2018 15:53h

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese) divulgou na manhã desta quinta-feira, 27, a avaliação feita pelos professores das redes estadual e municipal de ensino em relação à gestão da educação pública do estado. Itabaiana recebeu nota 6,2 e o governo do estado 2,0.

“As notas apresentadas neste ato público são o resultado de um conjunto de análises a partir da legislação e constatamos que mais uma vez a grande maioria dos gestores são reprovados, no que tange ao direito a Educação, ao direito do magistério. E com isso é preciso que cobremos muito para que possamos reverter esse cenário”, disse Ivonete Cruz, presidenta do SINTESE.

A maior nota foi registrada no município de Nossa Senhora do Socorro (7,1) e a pior nota ficou com a cidade de Pedrinhas (1,2).

As cinco piores notas ficaram com os municípios de: Pedrinhas (1,2), São Domingos (1,5), Santa Luzia do Itanhy (1,6), Malhador (1,7), Malhada dos Bois (1,8).

Confira a lista completa acessando este link

Mudança no método

Em 2018 a Prova Final mudou o método de avaliação, até então o sindicato colhia  notas dos professores e professoras (da ativa e aposentados) através de urnas itinerantes que percorriam todo o Estado, agora a condução da política educacional da rede estadual e das redes municipais foi avaliada a partir do estabelecido para a Educação na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nas Resoluções do Tribunal de Contas, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE, na lei que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB; nos Planos Estadual e Municipais de Educação, nos Planos de Carreiras e Remuneração e nos Estatutos do Magistério.

Foram considerados para avaliação os seguintes pontos: Política educacional; Piso Salarial e Carreira do Magistério; Transparência e Controle Social e Previdência e garantia dos direitos dos docentes aposentados.

“A mudança de metodologia trouxe um cenário mais real do que é a política educacional desenvolvida pelos municípios e pelo governo do Estado. E é fundamental que dialoguemos com a sociedade o descumprimento, por parte dos gestores, dos direitos não só dos professores, mas também dos estudantes e da população em geral. Viemos mostrar que há leis que precisam ser obrigatoriamente cumpridas”, apontou o vice-presidente Roberto Silva dos Santos. 

Com informações do Sintese/SE

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