ABORTO NO BRASIL: deputados tentam agilizar votação do Estatuto do Nascituro. Dois sergipanos assinaram
Essa é uma das ações da Frente Parlamentar Mista contra o Aborto e em Defesa da Vida.
Deputados federais “Pró-vida”, ligados à frente que defende a vida e é contra o aborto estão mobilizados para conseguir as assinaturas necessárias, para que o requerimento que prevê a urgência na votação do Estatuto do Nascituro no Congresso seja aprovado. Essa é uma das ações possíveis para barrar a descriminalização do aborto.
A mobilização é liderada pela deputada Chris Tonietto (PL-RJ). No seu Instagram, ela está atualizando as informações acerca das assinaturas já coletadas. Segundo a última atualização, 169 deputados federais já assinaram o requerimento; é preciso 257 assinaturas.
Os sergipanos Ícaro de Valmir (PL) e Rodrigo Valadrares (União) assinaram o requerimento, sendo os únicos sergipanos.

Nas redes sociais, os dois justificaram a assinatura.
“Eu sou a favor da vida e contra o aborto, por entender que ninguém nunca poderá reivindicar o direito de escolher o que mais convém por meio de uma ação direta que elimine uma vida humana, pois nenhuma pessoa tem o direito de escolha sobre a vida dos outros”, publicou Ícaro de Valmir.
“Não podemos aceitar isso! Seguirei firme na batalha contra o aborto. A vida merece ser protegida a todo custo”, escreveu Rodrigo.
Após as assinaturas, o pedido precisa ser aprovado pela maioria absoluta dos votos. Se aprovada, a proposição é incluída na Ordem do Dia da mesma sessão.
O Estatuto do Nascituro é um projeto que segundo os deputados que o defendem, dá garantias, direitos e proteção ao nascituro, o que impede a realização do aborto.
O projeto prevê a criação de políticas públicas que garantam apoio a mulheres com dificuldades (econômicas, psicológicas, sociais, etc.) de levar a gravidez ate o final, situação que recebe pouca atenção do Estado.
DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO NO STF:
Nesta sexta-feira, 22, o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou de maneira virtual o julgamento da ação que envolve a descriminalização do aborto, até a 12ª semana da gravidez. Apenas a ministra Rosa Weber votou – de maneira favorável – e o julgamento será retomado presencialmente. LEIA AQUI.
Foto: Gazeta do Povo












