Estudante de jornalismo da Universidade Federal do Piauí morre após ser estuprada durante calourada
Conforme o laudo do IML e as investigações policiais, a jovem foi estuprada e teve o pescoço quebrado.
O que era para ser um momento de comemoração terminou em morte para uma estudante universitária e em momentos de dor para a sua família. Janaína da Silva Bezerra, de 22 anos morreu após ser estuprada e ter o pescoço quebrado durante uma calourada na Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Teresina.
Janaína era estudante do curso de jornalismo da UFPI e ingressou na instituição no segundo semestre de 2020. Ela participava da calourada na última sexta-feira, 27, dentro da universidade.
Conforme informou a instituição federal, por meio de nota, “a Coordenadoria de Segurança e Vigilância da Instituição encontrou, nas imediações do espaço da sede do Diretório Central dos Estudantes (DCE), no Campus de Teresina, no sábado, 28, a jovem desacordada, que foi urgentemente levada, por equipe de seguranças da Universidade, para o Hospital da Primavera”.
Ainda conforme a nota, a calourada ocorreu sem autorização da direção da UFPI e as medidas cabíveis estão sendo tomadas.
O suspeito da morte de Janaína foi identificado como Thiago Mayson da Silva Barbosa, de 28 anos, estudante do mestrado em matemática da UFPI.
Ele foi detido no sábado, 28, e relatou que Janaína passou mal durante uma relação sexual consensual. A Justiça decretou sua prisão preventiva e ele responderá por estupro e feminicídio.
O laudo do IML constatou que a jovem foi vítima de um estupro e que teve o pescoço quebrado. As investigações seguem no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do Piauí.
Ainda em nota, a UFPI informou que decretou luto oficial de três dias, pela morte da estudante. “A Instituição se solidariza com familiares e amigos da aluna e expressa sinceras condolências diante do trágico acontecimento. A Administração Superior está em contato com a família, prestando apoio e assistência neste momento de imensurável dor”.
Foto: arquivo pessoal












