Itabaiana precisa parar para corrigir
O presidente regional do PTB, Edivan Amorim, foi o entrevistado da tarde da quinta-feira (27), pelo radialista Gilmar Carvalho, na Rádio Capital do Agreste, em Itabaiana. Ele falou da visita dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)à Itabaiana e da ausência do poder público na cidade. "Aécio é um homem de vários compromissos, só o estado de Minas Gerais são quase 900 municípios, e mesmo nesse período de campanha eleitoral, atendeu o convite do senador Eduardo Amorim para conhecer Itabaiana", disse Edivan Amorim. Segundo Edivan 15 minutos da presença de Aécio Neves vale muita coisa. "Ficamos lisonjeados com a presença dele. O que nos chamou atenção foi a recepção das pessoas na Praça João Pessoa. O povo gritava e acenava das janelas", disse Amorim ao destacar que Aécio fez questão de apoiar o candidato a prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PR) e a vice-prefeita Lourdes Machado (PSDB), mesmo recebendo ligações para não comparecer na cidade. Outro ponto explanado por Edivan Amorim foi à vinda do deputado federal Tiririca, que estará na cidade serra nano próximo dia 29. "O deputado Tiririca é do mesmo partido do candidato Valmir e atendendo o nosso convite, do senador Eduardo Amorim e do deputado Laércio Oliveira, que é presidente do PR, ele abrilhantará uma caminhada e comício",destacou. Ausência do Poder Público "Itabaiana precisa parar para organizar as idéias. Estou fazendo a minha parte, como cidadão que conhece a realidade local. Vamos parar para pensar, por que os serviços são deficitários na cidade e tem gente abertamente doando telhados com valores altos. Parem e reflitam", solicita Amorim. Provocado sobre a atuação política do Partido dos Trabalhadores, Amorim explica que o PT fará cinco a seis prefeitos no máximo e com grande esforço. "Tudo isso é reflexo da ausência da gestão estadual. A educação foi classificada como uma das piores do País. Temos que concertar essas deficiências através do voto", disse Edivan Amorim. Votação para Conselheiro TC "Avalio que o voto da Assembléia e dos deputados deve ser discutido internamente, na hora que cada um for votar. Essa questão cabe aos 24 deputados, o nosso grupo tem um candidato e já se colocou as assinaturas e a tramitação está dentro do regimento", disse Amorim. Do FAX AJU.












