SETEMBRO VERDE: Sergipe registrou 28 doações de órgãos de janeiro a agosto. Saiba como ser um doador

O número é maior que o mesmo período do ano passado, segundo dados da Central Estadual de Transplantes.


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O mês de setembro é o mês de mobilização e incentivo à doação de órgãos, intitulado “Setembro Verde”, em alusão ao Dia Nacional do Doador de Órgãos, comemorado no dia 27. Em Sergipe, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) está com uma campanha que ressalta a importância da doação, para captar mais doadores.

Segundo dados da Central Estadual de Transplantes (CET), neste ano de 2023 (de janeiro até agosto) foram registradas no estado, 28 doações de órgãos. No mesmo período do ano passado foram contabilizadas 24 doações, o que reflete um aumento de 15%, comparando os dois anos.

Segundo Benito Fernandez, coordenador da Central, o aumento é fruto de campanhas de mobilização e conscientização, que são desenvolvidas constantemente pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Apesar do aumento, as campanhas continuam ocorrendo, visto que muitas pessoas ainda tem dúvidas sobre a doação, a sua importância e como expressar o seu desejo de ser um doador.

Confira algumas informações importantes:

COMO SER UM DOADOR:

Segundo a SES, para doar órgãos, um passo importante é comunicar aos familiares a vontade de ser um doador, visto que a autorização final é procedida por familiares (cônjuges, filhos, irmãos e/ou pais) e a partir do momento que a família está ciente da vontade, ela poderá/deverá atendê-la. 

No mês de julho, a Secretaria divulgou que mais de 1 mil pessoas em Sergipe estão na lista e aguardam por um órgão, entre córneas, rim e fígado. Quem é doador de órgãos pode salvar de oito a dez vidas, podendo esse número aumentar com a inclusão dos tecidos.

TIPOS DE DOADORES:

Existem dois tipos de doadores, os que doam após a morte, que são justamente os casos em que a família autoriza, bem como os doadores vivos, que podem doar um dos rins, parte do fígado, parte do pulmão e medula óssea.

No caso dos doadores não vivos, os que estão com o coração parado podem doar as córneas até 6 horas depois da parada cardiorrespiratória. Já os doadores com diagnóstico de morte encefálica podem doar os outros órgãos, além das córneas.

Foto: SES

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