Aedes aegypti: Itabaiana em situação de médio risco


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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou o quinto Levantamento Rápido de Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa), revelando que apenas o município de Salgado apresenta um alto índice de infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Os dados, que servem como um importante termômetro para o controle das doenças, indicam que 38 municípios estão em situação de médio risco, enquanto 35 apresentam baixo risco de infestação.  

O LIRAa utiliza uma escala que avalia a presença do vetor nas localidades pesquisadas, classificando os índices de forma clara: de 0 a 0,9 representa um índice satisfatório, de 1,0 a 3,9 indica média infestação, e acima de 4,0 sinaliza alto risco. No levantamento atual, Salgado destacou-se com um índice alarmante, exigindo atenção imediata das autoridades e da população local. 

Entre os municípios com índice zero de infestação estão Feira Nova, Pacatuba, Siriri, Canhoba e São Francisco. Já nas cidades em médio risco, algumas se aproximam do limiar crítico de 4,0, como Simão Dias, Boquim, Pedra Mole, Itabaiana e Nossa Senhora das Dores, todas com índices ao redor de 3,3. 

Sidney Sá, gerente do Núcleo de Endemias da SES, ressaltou a importância do resultado, enfatizando que os dados são um reflexo das condições climáticas e dos esforços de combate ao mosquito. "É um resultado bastante positivo. Precisamos focar agora nos municípios que estão em médio risco, pois as temperaturas já começam a aumentar e os municípios devem intensificar as ações em virtude do período de verão que está próximo", comentou. 

A SES alerta que, apesar dos números encorajadores em boa parte do estado, a população deve manter a vigilância e continuar adotando medidas preventivas. Entre as recomendações estão a remoção de lixo acumulado nos quintais, a verificação de reservatórios de água e a limpeza das calhas dos telhados. Essas precauções são fundamentais para um controle eficaz do mosquito, especialmente com a chegada do verão, quando os índices de infecção costumam aumentar. 

A luta contra o Aedes aegypti requer a colaboração de todos, e a conscientização da população é uma das armas mais poderosas nessa batalha. As ações preventivas podem fazer a diferença na saúde pública, evitando surtos e protegendo a comunidade. 

Com informação: Ascom SES

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