Carroceiros de Glória reivindicam ponto adequado


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Famílias da periferia gloriense sobrevivem do subemprego dos carroceirosCarroceiros de Nossa Senhora da Glória, cidade do alto sertão sergipano, reivindicam localização adequada para garantir sobrevivência. A classe foi remanejada para uma localização que não atende as condições mínimas de higiene, além de ficar situado em uma área periférica do município. Famílias carentes gloriense sobrevivem do subemprego dos carroceiros. A atividade é antiga na cidade. Mesmo com o aumento da frota de veículos os carroceiros não desapareceram do perímetro urbano. Realizam fretes, de mercadorias que vão desde material de construção, produtos alimentícios para a feira livre e até mudanças. Os carroceiros também prestam serviços para depósitos e armazéns.Os carroceiros de Glória estavam em um ponto na Avenida Simplício Francisco de Souza, próximo a Casa da Carne Boi Branco e foram remanejados para um ponto no fundo do Ceasa. Segundo o carroceiro Banda Mel, a prefeitura teria prometido um bom espaço para a classe, mas foram transferidos para um local isolado, atrás da caixa de água no canal do Ceasa, onde não há lugares para sentar, além do mau cheiro, pois os animais defecam e urinam no local e não há calçamento. Ainda segundo o carroceiro a cobertura que foi destinada a eles não suporta mais que dez carroceiros.Em grandes cidades a lei dos carroceiros é bastante rigorosa, eles precisam fazer um cadastro na prefeitura para trabalhar legalmente e não poderão circular pelo centro do município e terão que colocar placa de identificação e buzina na carroça. Os animais terão que passar por um exame veterinário e ter ferraduras de borracha. Da redação ITnet, Aparecido Santana.

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