EXISTIA ÉTICA PROFISSIONAL


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Foram realizadas eleições para deputado estadual no mês de fevereiro e para presidente do estado em junho.     Em Itabaiana a rivalidade entre Pebas e Cabaús aumentava de maneira impressionante. Se por acaso vinha um enterro, o cidadão não sabia ainda quem era o falecido, ai vinha a pergunta: "É Peba ou Cabaú?". Se fosse do partido contrário ao dele, vinha logo a resposta: "Pois pode ir passando!". Isso com um certo ar de satisfação.     Agora vamos nos situar nesse período pouco amistoso em Itabaiana. O Dr. Itajahay tido como violento, era médico e farmacêutico, praticamente único. Ele como líder maior dos Cabaús, como era que ficava a saúde dos que faziam os Pebas?     Acontece que apesar da rivalidade, Dr. Itajahy quando era convidado para atender um Peba, por motivo de doença, ele prontamente o atendia.     Prova disso, certa feita, a Sra. Ana Etelvina de Carvalho, esposa do Cel. Sebrão, seu maior adversário político, precisou de seus cuidados médicos e foi prontamente atendida.     Outro caso semelhante: O Sr. Francisco da Silva Porto, avô de Robson Porto (Robson da Farmácia), estava doente em virtude de uma febre permanente, resistia em não querer chamar o Dr. Itajahy, devido o mesmo ser o chefe maior dos Cabaús e ele sendo um Peba declarado. Mais tarde cedeu, foi atendido, aconselhado a mudar de residência e foi curado. Depois o Dr. Itajahy o convidou a batizar sua filha Maria de Lourdes Itajahy.     Essa Maria de Lourdes Itajahy veio a ser a primeira esposa de Jose´Mesquita da Silveira, o “Zeca Mesquita”, que após um ano de casada veio a falecer de parto, com a própria filha.

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